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Agradecemos pela leitura e atenção!
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Hoje já se passaram mais de 150 anos desde as revoluções burguesas de 1848; mais de 100 anos desde que a revolução mundial proletária se anunciou no Outubro Vermelho de 1917, e quase 60 anos desde que Huhn se opôs ao leninismo neste texto.
A seguinte introdução foi escrita pelo ex-editor de “International Council Correspondence”, “Living Marxism” e “New Essays”, Paul Mattick, para a reedição de 1970 da editora Greenwood.
Ainda há muito para discutir e refletir sobre a experiência combativa do Maio de 1968 francês.
O que sempre existiu em Cuba é capitalismo e luta de classes, porém sob outra forma e em outro grau, da mesma forma que na ex-URSS e em todo o mundo.
Desde os eventos de Seattle no outono de 1999, houve inúmeros livros e artigos que pretenderam definir ou explicar o movimento antiglobalização/anticapitalista, ou então procuraram dar a esse “movimento” bastante amorfo alguma expressão teórica.
A primeira característica do socialismo utópico reside na superstição do poder da ciência.
A memória oficial de 25 de abril de 1974 é, como sempre, uma construção dos vencedores.
O texto que apresentamos ao leitor é o prefácio da tradução espanhola do livro Lênin Filósofo de Pannekoek nos anos de 1948 no Chile.
De repente, as classes exploradas nas áreas periféricas da França saíram das sombras, vestindo coletes amarelos florescentes para ficarem visíveis em um sistema no qual tinham se tornado invisíveis.
O impulso utópico permanece ativo, entretanto, na forma de esquemas para a reformulação do capitalismo. Um bom exemplo disso é apresentado pelo novo livro de Naomi Klein, This Changes Everthing: Capitalism vs. The Climate.
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